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Bezentil e Kront

Mais um trecho da nossa aventura em Forgotten Realms usando o Daggerheart como sistema! Leia todas aqui!

O grupo partiu de Yeshelmaar após enterrar seu breve amigo Briantar e participar do Conselho de Guerra, decidindo buscar Ususi, uma maga em Kront que possuía uma cópia da Keystone capaz de abrir as Keystones. Durante a jornada pela estrada principal, debateram sobre seguir pela rota mais segura ou evitar caminhos conhecidos, optando finalmente pela estrada direta apesar dos riscos. Tassariel permaneceu em forma de pantera durante toda a viagem, mantendo-se vigilant

Durante a noite, avistaram uma luz esverdeada suspeita na escuridão. Silas se ofereceu para investigar usando suas habilidades furtivas e descobriu um acampamento abandonado completamente corrompido pelo blight. O local exalava um cheiro forte de podridão, com restos de comida apodrecidos rapidamente, cogumelos com verrugas e raízes de fungos espalhadas pelo solo. Suas botas ficaram presas em um líquido escurecido similar ao que haviam encontrado antes, mas não havia sinais de ocupantes atuais.

O grupo chegou a Bezentil durante a madrugada, encontrando um guarda sonolento na entrada da cidade. Jade se identificou como a música que já havia estado na cidade antes, trabalhando com Mimor na estalagem do Bode Ventoso. O guarda questionou sobre a pantera parecer selvagem, mas Tassariel agiu como um animal domesticado para convencer o homem. Após uma conversa diplomática, foram autorizados a seguir para a estalagem.

No entanto, Silas decidiu pregar uma peça no guarda, escondendo-se nas sombras para assustá-lo. Apareceu sussurrando ameaçadoramente, fazendo o guarda gritar “Monstro” e fugir para a cidade. Três outros guardas chegaram correndo com lanças apontadas para Silas. Jade interveio rapidamente, explicando que Silas era apenas um tiefling e não uma ameaça real. Após alguma tensão, os guardas liberaram o grupo mas advertiram sobre não fazer mais brincadeiras de mau gosto.

Chegaram ao Bode Ventoso às cinco da manhã, onde Mimor os recebeu com cara de sono mas os deixou entrar. Tassariel permaneceu em forma de pantera, causando apreensão inicial, então ela e Bacon ficaram do lado de fora para não assustar outros hóspedes. Mimor ofereceu café e acomodações, fornecendo informações valiosas sobre a região. Ele relatou que caravanas haviam sido atacadas por Volodnis corrompidos e que Bosley estava de volta recrutando membros para sua gangue.

Durante o descanso na estalagem, os personagens conversaram entre si, compartilhando informações pessoais. Jade contou uma história inspiradora sobre os Harpers em Berdusk para motivar o grupo. Silas perguntou para Tassariel sobre sua relação com os elfos, notando que pareciam pouco receptivos. Tassariel questionou Falael sobre suas origens, descobrindo que ela cresceu em Tilantar, um vilarejo pequeno com mistura de diferentes tipos de elfos. Falael revelou que seu nome verdadeiro era Falael Tilanthir, mas preferia ser chamada apenas de Falael. As conversas também abordaram o amuleto dos Harpers de Falael e as marcas brilhantes em sua pele.

Na saída de Bezentil, encontraram Helga Mão de Ferro, uma anã ferreira com problemas em sua carroça puxada por dois bodes peludos. O eixo havia quebrado e ela precisava de ajuda para levantar o veículo. O grupo trabalhou junto para ajudá-la a consertar o problema. Em agradecimento, Helga ofereceu melhorar suas armas gratuitamente, transformando-as em versões mais poderosas com runas anãs gravadas. Ela também vendeu poções de agilidade e outros itens mágicos.

Enquanto Helga trabalhava nas armas, Silas foi à taverna procurar Bosley. O bandido apareceu, reconheceu Silas imediatamente e fugiu pelas ruas da cidade. Durante a perseguição, Bosley jogou pedras triangulares pontiagudas no caminho, ferindo Silas, mas foi eventualmente capturado. Eles negociaram um acordo onde Bosley pagou trinta moedas de ouro e deu seu chapéu de palha em troca da liberdade, separando-se em termos amigáveis.

A viagem para Kront durou três a quatro dias, durante os quais observaram sinais ominosos pelo caminho. Viram plantas doentes e aves mortas, e no terceiro dia começou a nevar intensamente com neblina densa. Sentiram-se constantemente observados e avistaram a imponente Three Spires Tower ao norte. Chegaram a Kront durante a lua nova, com os portões fechados, mas conseguiram entrar através de uma porta lateral após pagar pedágio aos guardas.

Consultando um guarda sobre hospedagem, receberam duas recomendações: o Abrigo da Tempestade, mais simples, e a Casa de Banhos de Sune, mais sofisticada. Silas se interessou pelo templo de Sune quando o guarda mencionou que sua esposa não o deixava frequentar o local. O grupo decidiu ficar no Lar das Flores, o luxuoso templo de Sune.

Foram recebidos por Irmã Nisa, uma mulher responsável pelo templo que usava um hábito branco inadequado para o clima frio. O interior era extremamente quente e úmido, com sistema de aquecimento mágico e piscinas de água quente. Attendentes em robes brancos ajudaram a despir o grupo, causando desconforto em Tassariel. Relaxaram nas águas termais, com Bacon ganhando seu próprio recipiente. Silas se sentiu completamente à vontade, revelando suas muitas facas escondidas e tatuagens, enquanto Tassariel ficou visivelmente desconfortável no ambiente sensual do templo.

Na manhã seguinte, saíram para procurar Ususi no mercado. Silas usou seus contatos criminais para encontrar Omar, um anão cambista que conhecia do passado. Disfarçando-se como “Leonardo Caolho” com um tapa-olho, descobriu que Ususi tinha uma loja chamada “Curiosidades Históricas”. Omar forneceu direções para o estabelecimento, mas mais tarde revelaria ter traído o grupo.

Chegaram à loja de Ususi, um estabelecimento completamente desorganizado repleto de quinquilharias e artefatos diversos. Conheceram Ususi, uma mulher exótica com pele com ranhuras como mármore, cabelos pretos compridos e olhos completamente negros. Inicialmente desconfiada, ela gradualmente passou a confiar no grupo após ouvirem sua história completa sobre Briantar, o homem apodrecido e os druidas presos em formas animais.

Ususi revelou ser descendente dos Imaskari e possuir uma das verdadeiras Keystones. Ela explicou que seu povo havia desenvolvido uma rede de portais usando um plano paralelo para comunicação e comércio. Durante a conversa, um velho misterioso entrou procurando componentes mágicos para despetrificação, o que Ususi considerou um mau presságio.

Decidindo mostrar sua chave verdadeira, Ususi levou o grupo até uma cabana afastada da cidade. No porão secreto, revelou uma estante escondida com diversos artefatos, incluindo uma pedra idêntica à Keystone que haviam visto com Briantar. Ela guardou a chave em uma bolsinha e saíram da cabana na escuridão da noite.

Do lado de fora, foram emboscados por Gamaliel e suas forças corrompidas. Cães demoníacos se aproximaram rosnando, acompanhados por homens, urds pretos e outras criaturas corrompidas. Gamaliel surgiu pela estrada principal com um velho corrompido e um lobo, revelando que Omar os havia traído – o anão apareceu atrás do antagonista com cara de terror. Gamaliel declarou que sabia que o grupo o levaria até a segunda chave, agradecendo por tornarem seu trabalho mais fácil.

A batalha final começou com Gamaliel girando sua alabarda negra mágica. Falael conjurou proteção de pedra e se transformou em um leão predador. Silas incendiou uma carroça com seu cantil de fogo, criando luz e eliminando inimigos. Os cães demoníacos atacaram drenando a esperança do grupo, mas Tassariel em forma de leão revidou ferozmente, eliminando vários deles. Gamaliel ordenou ao homem corrompido para pegar a chave de Ususi, mas Jade usou magia sombria para protegê-la.

O combate intensificou quando Gamaliel atacou um civil com sua alabarda que retornou magicamente à sua mão. Falael criou uma parede de gelo para proteger um fazendeiro assustado. Jade fingiu fugir com a chave falsa para enganar os inimigos, enquanto múltiplos assassinos cercaram Tassariel. O homem corrompido atacou Tassariel causando ferimentos severos, mas ela conseguiu continuar lutando. Jade tocou uma canção épica para enfraquecer o inimigo, enquanto Falael lançou projéteis mágicos caóticos contra o homem corrompido. A sessão terminou no auge da batalha, com o grupo enfrentando múltiplos inimigos poderosos em uma luta desesperada pelas chaves das Keystones e pelo destino de Kront.

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Yeshelmaar e muitas escolhas

Os aventureiros Falael, Jade, Silas e Tassariel chegaram à Floresta de Lethyr em busca do poderoso druida Nenthyarc, mas encontraram-no enfraquecido pelo blight que corroía as florestas do Grande Vale. O arquidruida, preso em sua forma bestial de quimera com três cabeças – dragão, urso e lobo – comunicou-se telepaticamente com o grupo através de uma erva especial chamada grama de eco. Jade mostrou uma carta com o símbolo do medalhão de Rillifane, enquanto Tassariel revelou possuir um desses artefatos élficos antigos de Cormanthor, tornando-se possivelmente a única druida capaz de usar magia nas florestas infectadas.

O grupo entregou ao Nenthyarc a chave das Mucklestones que Elowen havia confiado a eles, uma relíquia dos antigos Imaskari que permitia acesso a uma rede de transporte mágico. O druida moribundo explicou sobre a Forja do Amanhecer em Dun-Tharos, agora dominada pelo Homem Apodrecido, e alertou sobre os perigos de Gamaliel conseguir acesso às chaves. Antes de sucumbir à fraqueza, o Nenthyarc deu conselhos proféticos para cada membro do grupo, pedindo especialmente para Tassariel ser o receptáculo da última esperança da floresta.

Durante um período de descanso em Yeshelmaar, a cidade élfica fortificada que servia como refúgio, cada aventureiro desenvolveu suas habilidades. Tassariel aprendeu novas formas animais e a invocar espíritos da natureza com os rangers locais. Silas passou tempo com o jovem órfão Elias, contando histórias de pirata e prometendo retornar quando o garoto estivesse pronto para aventuras, deixando uma de suas facas como recordação. O experiente ladrão também treinou esquiva e aprendeu técnicas de forjaria, além de conseguir invocar um espírito sombrio das trevas com a ajuda de Tassariel.

Jade foi solicitada pelo druida Tama para compor uma música para o funeral de Briantar, o druida que morreu defendendo as Mucklestones. Durante suas interações com os habitantes locais, ela mostrou seu broche dos Harpers e desenvolveu novas habilidades mágicas, incluindo a capacidade de invocar pilares de gelo e detectar mentiras através de acordes específicos em sua harpa. Falael treinou suas magias sombrias brincando com crianças locais e conheceu Duna, um mago gnomo que reconheceu suas marcas misteriosas como familiares, ensinando-lhe magia de visão à distância.

Canção para Briantar

Nas raízes antigas ecoa teu nome,
Briantar, druida, da floresta guardião.
No sopro do vento, no fogo e na chuva,
Erguem-se tua memória e tua devoção

Tu foste o braço das árvores firmes,
A semente que na terra germinou.
Contra as trevas do Blightlord caíste,
Mas tua presença na mata ficou

Pássaros cantam teu último rito,
As pedras guardam teu sussurrar.
E o rio repete, num hino infinito:
“O druida não morre, volta a brotar.”

Briantar, guardião,
Que o carvalho te cubra em oração.
Das águas do pranto nascerá
A vitória da vida sobre a escuridão.

Um conselho de guerra foi convocado em Yeshelmaar para decidir o próximo curso de ação. Urendir, o jovem senescal, propôs ir direto para Dun-Tharos para reacender a Forja do Amanhecer, enquanto Tama sugeriu buscar aliança com os anões das montanhas. Duna revelou conhecer a localização da maga Ususi Manaallin, que possuía outra chave das Keystones e passava o inverno na cidade comercial de Kront. Após debates sobre diferentes estratégias – incluindo buscar um artefato solar lendário ou fazer pactos demoníacos – o grupo decidiu ir atrás da maga para proteger a segunda chave.

Antes de partir, Silas forjou uma cópia da pedra-chave como precaução, e o grupo recebeu itens mágicos dos elfos: uma capa que mudava de cor e textura para Falael, um cantil de fogo para Silas, bússolas que sempre apontavam uma para a outra para Tassariel encontrar seu mentor, e uma partitura élfica mágica para Jade que permitia ganhar vantagem contra inimigos específicos. Elowen ofereceu guiá-los até a estrada principal e deu-lhes um broche mágico de passarinho para comunicação.

A jornada pela floresta infectada revelou o avanço crescente do blight nas plantas e criaturas. Ao chegarem à estrada principal durante uma nevasca terrível, Jade cantou novamente a música de Briantar para inspirar o grupo, mas todos sofreram com o frio intenso da noite. Em uma seção da estrada que formava um mini-canyon, eles descobriram cavalos mortos com ossos pretos emergindo de seus corpos – um sinal sinistro da corrupção que se espalhava.

Um homem barbudo e apodrecido se levantou entre os cavalos mortos, seu rosto desfigurado pela lepra do blight, empunhando um cajado mágico. Ele mencionou que Gamaliel havia previsto a chegada do grupo e ordenou que suas criaturas corrompidas – dois lobos e um urso, todos desfigurados pela doença – atacassem os aventureiros. A batalha foi intensa, com Silas se escondendo nas árvores para emboscar os inimigos, Falael usando sombras para restringir o urso, e Tassariel transformando-se em pantera após invocar uma armadura de terra elemental.

O combate foi marcado por magias poderosas e manobras desesperadas. O homem corrompido conjurou espinhos mágicos do chão e uma chuva de rajadas arcanas que feriram gravemente o grupo. Silas executou uma sequência acrobática devastadora com suas facas, conseguindo um acerto crítico nos lobos, enquanto Jade lançou um pilar de gelo mortal contra o urso. O inimigo usou teletransporte e escudos mágicos para se defender, mas eventualmente sucumbiu aos ataques coordenados dos heróis.

A vitória veio com um preço alto – quando Tassariel executou o golpe final no urso corrompido, as entranhas negras da criatura explodiram sobre ela e Falael, corroendo suas armaduras. Entre os destroços, encontraram um pedaço da capa de Falael na mão do homem morto, evidência de que seus inimigos estavam mais próximos do que imaginavam. Com a ameaça eliminada, o grupo se preparou para continuar sua jornada até Bezentil, sabendo que maiores perigos os aguardavam no caminho para Kront e o confronto final com as forças do Homem Apodrecido.

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Gameliel e a Floresta de Lethyr

Os heróis chegaram às Mucklestones esperando encontrar o druida Briantar, mas depararam-se com uma cena aterrorizante. O druida estava preso por duas lanças de metal atravessadas nas mãos, espetado em uma das pedras sagradas, enquanto um guerreiro sinistro coberto por uma armadura completa se apresentava como Gameliel, um dos Blight Lords. Óleo negro escorria por todas as frestas de sua armadura, e ele empunhava uma alabarda feita de escuridão pura chamada Gloomgate, cercado por criaturas de gosma preta conhecidas como Black Oozes.

Gameliel procurava uma chave misteriosa e acreditava que uma elfa a possuía. Tassariel correu corajosamente em direção ao druida ferido para salvá-lo, enquanto Jade se posicionou estrategicamente atrás de uma pedra para se esconder. Falael usou seu grappler para atacar um dos Black Oozes e puxá-lo para longe de Tassariel. Durante o combate, Gameliel infectou Tassariel com blight, fazendo gosma preta subir por suas pernas e causando dano contínuo. Jade tentou distrair o Blight Lord com truques de fogo, criando pequenas chamas em suas mãos, o que conseguiu atrapalhar os ataques do inimigo.

Tassariel conseguiu se aproximar de Briantar e, com grande esforço, puxou as duas lanças que o prendiam à pedra. O druida estava gravemente ferido, tendo perdido um pé e sangrando abundantemente. Para se livrar da infecção de blight, Tassariel tomou uma poção de cura menor que carregava consigo. Falael criou uma ilusão de uma chave dourada grande para tentar enganar Gameliel, mas o Blight Lord não se deixou enganar, chamando-a de idiota. Gameliel atacou com sua alabarda de escuridão pura, mas Jade conseguiu se esquivar da maioria dos golpes usando suas habilidades acrobáticas.

Percebendo que não conseguiriam derrotar Gameliel, o grupo decidiu fugir. Briantar, mesmo ferido, forneceu informações cruciais: Gameliel não possuía a chave e não conseguiria usar as Mucklestones sem ela. Ele instruiu o grupo a procurar o Nenthyarc em Yeshelmaar e se preparou para usar um último truque para dar tempo à fuga dos heróis. Tassariel se transformou em lobo usando seus poderes druídicos e arrastou o druida ferido para trás de uma pedra, enquanto Briantar usou suas últimas forças para criar vinhas que prenderam as pernas de Gameliel.

Tassariel em forma de lobo e Briantar

Falael executou uma fuga espetacular, saltando da pedra por cima de Gameliel e fazendo uma cambalhota no ar. O Blight Lord tentou agarrá-la mas conseguiu apenas rasgar um pedaço de sua capa. Jade tentou criar uma névoa misteriosa para cobrir a fuga, mas a magia falhou parcialmente, criando apenas uma fumacinha temporária. Mesmo assim, o grupo conseguiu escapar das Mucklestones, correndo pela floresta até ficarem exaustos, com os pulmões queimando pelo esforço máximo.

Na floresta, foram interceptados por uma flecha que quase acertou Silas, seguida de uma voz élfica ameaçando atirar se dessem mais um passo. Jade tentou negociar em élfico, pedindo passagem para Yeshelmaar, enquanto Tassariel se destransformou e se apresentou como elfa. A arqueira se revelou como Elowen, uma caçadora de Lethyr ferida por um Gloom Wound que vazava óleo escuro. Ela possuía a chave das Mucklestones, entregue secretamente por Briantar, e concordou em guiar o grupo até Yeshelmaar.

Elowen, Caçadora de Lethyr

Durante a jornada pela Floresta de Lethyr, enfrentaram neve, frio intenso e terreno difícil. Tassariel usou magia para fazer gramínhas crescerem no caminho percorrido, tentando apagar seus rastros, enquanto Jade criava pistas falsas para confundir possíveis perseguidores. Encontraram obstáculos como troncos caídos, pedregulhos enormes e um rio congelado que precisaram atravessar cuidadosamente. Jade usou suas habilidades especiais e o grappling hook de Falael para atravessar o gelo sem quebrá-lo.

Elowen sugeriu um atalho perigoso através de uma caverna que passava pelo início da Underdark. Jade se ofereceu para guiar o grupo, contando sobre quando fugiu de sua cidade e se escondeu em cavernas por dias. Nas cavernas, ouviram barulhos estranhos ecoando à distância, e Elowen perguntou sobre a herança élfica de Falael, que revelou ser meia Moon Elf. Descobriram um santuário antigo dedicado ao deus Silvanus, com uma bacia esculpida na pedra e o rosto da divindade gravado na parede.

No santuário, tentaram fazer orações para receber bênçãos divinas. Tassariel fez uma oração sincera pedindo proteção para a jornada e para salvar a floresta, recebendo a bênção de Silvanus. Falael orou lembrando-se de seu amigo elfo devoto, enquanto Jade tentou uma oração mais genérica. Considerando o local sagrado e seguro, decidiram descansar ali, com Tassariel fazendo guarda enquanto Elowen cuidava de seus ferimentos.

Ao sair das cavernas, precisaram passar silenciosamente por um urso hibernando. Tassariel liderou o grupo cautelosamente, usando suas habilidades élficas para se mover sem fazer ruído, e conseguiram passar sem acordar o animal. De volta à floresta, ouviram choros vindos de uma clareira próxima. Jade se voluntariou para investigar e encontrou uma dríade chorando ao lado de uma árvore de 200 anos infectada pelo blight.

Tassariel criou uma flor mágica e a colocou no cabelo de Jade para ajudá-la na conversa. Jade conversou com a dríade em élfico, explicando sua missão de combater o mal que assolava a floresta. A dríade reconheceu que Jade havia bebido a seiva da verdade de Oakenheart e ofereceu atalhos pela floresta para ajudar o grupo. Jade avisou sobre Gameliel estar seguindo-os, e o grupo usou as informações da dríade para acelerar sua jornada.

Jade e a Dríade

Horas depois da partida do grupo, Gameliel chegou à clareira com volódines corrompidos. O Blight Lord brutalmente cortou a dríade ao meio com sua alabarda negra e a prendeu na árvore apodrecida, confirmando que o grupo havia passado por ali e ordenando que acelerassem o passo para alcançá-los. O grupo, sem saber do destino trágico da dríade, decidiu fazer um esforço final para chegar a Yeshelmaar sem descansar.

Na pressa de chegar à cidade élfica, o grupo caiu numa ribanceira coberta de arbustos espinhosos, sofrendo ferimentos antes de finalmente avistar a fortaleza de Yeshelmaar ao longe. A cidade era uma impressionante construção de pedra integrada a uma formação rochosa natural, cercada por um grande lago. Elfos nas árvores observaram sua chegada machucada e suja, enquanto guardas élficos inicialmente impediram sua entrada devido às ordens de quarentena por medo de contaminação pelo blight.

Tassariel se apresentou como Tassariel Narwengale de Cormanthor, e Elowen revelou sua identidade como caçadora ferida. Um dos guardas foi buscar um druida, e logo chegou Tama, um dos alto druidas de Yeshelmaar. Ele usou um ritual mágico para verificar a condição do grupo e os escoltou para dentro da cidade. Tama explicou que a cidade estava em estado de alerta com muitas famílias evacuadas, e revelou que todos os druidas haviam perdido seus poderes desde que o Homem Apodrecido tomou o trono de Dun-Tharos.

Tassariel perguntou ansiosamente sobre seu mentor Oloran Willowmantle, e Tama confirmou que ele se voluntariou para uma expedição a Dun-Tharos junto com outros druidas corajosos, mas nenhuma das expedições retornou. Jade entregou a carta dos Harpers para Tama, enquanto Elowen entregou a chave das Mucklestones para Tassariel antes de partir para alertar outros caçadores sobre a possível chegada de Gameliel. Silas procurou um lugar seguro para deixar Elias entre outros volodni órfãos na cidade.

Tama levou o grupo até a Corte da Primavera, o centro de poder da fortaleza, parando na entrada dos belos jardins ao entardecer. Apesar das ordens do Nenthyarc de não receber visitantes, decidiu fazer uma exceção devido à urgência da situação. O grupo entrou sozinho nos jardins e encontrou Urendir, um jovem elfo de 13-14 anos que se apresentou como senescal e cuidador pessoal do Nenthyarc.

A corte da primavera

Urendir os levou através de salas com vários animais doentes e letárgicos, incluindo raposas, morcegos, ursos, lobos e jaguares, todos afetados por uma condição misteriosa. Chegaram finalmente à câmara onde encontraram o Nenthyarc transformado em uma quimera com cabeças de dragão, urso e lobo, mas fraca e doente como os outros animais. Urendir revelou que o poderoso arquidruida não conseguia mais retornar à forma humana e se ajoelhou ao lado da criatura, anunciando a chegada dos visitantes. As três cabeças da quimera abriram os olhos lentamente e olharam para o grupo, enquanto Tassariel ficou emocionada ao ver o estado de sofrimento dos druidas.

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As Muckestones

Vou começar a adicionar aqui o diário de campanha do jogo que estou mestrando em Forgotten Realms, usando Daggerheart.


A primeira sessão oficial da campanha começou com o grupo se preparando para resgatar Bacon, o porco de estimação de Silas, que havia desaparecido misteriosamente da taverna em Bezentil. Tassariel conseguiu rastrear o animal até uma caverna escondida atrás de arbustos, onde descobriram que ele estava sendo segurado por uma mulher élfica chamada Falael, cercada por bandidos do grupo Jagged Knife.

Falael e Bacon

Os contrabandistas, liderados por Bosley, haviam capturado Falael naquela manhã com a intenção de vendê-la, mas ela conseguiu se soltar quando Bacon causou uma distração ao derrubar comida. O grupo decidiu atacar para resgatar tanto Bacon quanto libertar Falael. Silas iniciou o combate jogando uma faca que pregou um lacaio na parede, enquanto gritava o nome de seu porco querido.

A batalha se intensificou quando Tassariel se transformou em um lobo e atacou diretamente o chefe Bosley. O mago Herculano lançou uma maldição em Tassariel que corrompeu sua sorte, fazendo com que seus momentos de esperança se tornassem medo. Jade tocou uma melodia de batalha inspiradora para motivar seus companheiros, enquanto Falael usou seu gancho de escalada para escapar carregando Bacon para um local seguro.

Durante o combate, Silas reconheceu um dos arqueiros, Silvester, de seus contatos no submundo criminal. Ele o chantageou sobre atividades secretas que escondia de sua esposa, fazendo com que o bandido abandonasse a luta declarando que não gostava do emprego e não era bem pago. Tassariel canalizou o elemento fogo em sua forma de lobo, fazendo com que sua mordida queimasse como ferro quente ao atacar o chefe.

Silas, o Tiefling dos Mares das Estrelas Cadentes com Bacon, seu porco

Quando Bosley fugiu para uma sala interna, o mago Herculano tentou um último ataque desesperado usando magia caótica contra múltiplos alvos. Silas respondeu com uma demonstração impressionante de agilidade, girando rapidamente e jogando facas em todos os inimigos próximos simultaneamente. Tassariel finalizou o mago com um ataque coordenado, enquanto Falael criou uma ilusão sonora de uma alcateia de lobos se aproximando, fazendo os lacaios restantes fugirem em pânico.

O grupo explorou o covil abandonado em busca do chefe fugitivo e dos pertences roubados de Falael. No quarto do líder, encontraram um altar dedicado a Tymora com um medalhão dourado, que Silas pegou. Tassariel inicialmente teve dificuldade para rastrear devido à maldição, mas após fazer uma oração silenciosa para Rillifane, conseguiu se livrar da corrupção mágica e descobrir uma passagem secreta sob a cama.

Tassariel, elfa de Comanthor

A passagem levava a cavernas subterrâneas úmidas com múltiplos túneis, mas o grupo não conseguiu determinar qual caminho o chefe havia tomado. Silas tentou usar o medalhão de Tymora para pedir orientação divina através de cara ou coroa, mas eventualmente decidiram abandonar a perseguição. Antes de partir, encontraram alguns itens úteis: algemas, uma rede de caça e um colchão premium de seda que automaticamente aliviava o estresse de quem dormisse nele.

De volta à taverna Windblown Goat, o proprietário Mimor fez uma observação crucial ao reconhecer que o símbolo no amuleto de Tassariel era idêntico ao descrito em uma carta que Jade havia mostrado anteriormente. Jade leu a carta para Tassariel, revelando que se tratava de uma missão dos Harpers relacionada a um blight que estava corrompendo a floresta. A carta explicava que esse fenômeno já havia acontecido antes, causado por um escolhido de Talona, a deusa das doenças.

Jade, barda e potencial Harpista

Falael revelou possuir um medalhão com o símbolo dos Harpers que pertencera ao seu pai desconhecido, explicando que estava em busca de suas origens. O grupo decidiu viajar juntos para Yeshelmaar através das Mucklestones, onde esperavam encontrar o arquidruida Nenthyarc. Tassariel fez alguns comentários condescendentes sobre a superioridade élfica, enquanto Jade discretamente revirava os olhos, acostumada com esse tipo de discurso.

Após se prepararem adequadamente, o grupo partiu em direção à Floresta de Lethyr. Tassariel guiou o caminho, deliberadamente escolhendo uma rota indireta para confundir Silas, que tentava secretamente mapear o trajeto. A floresta se mostrou traiçoeira, com espinheiros que danificaram as armaduras de todos e uma atmosfera sinistra que indicava a presença do blight.

Durante a primeira noite, o grupo encontrou Oakenheart, um treant antigo que inicialmente os proibiu de passar. Tassariel conversou com ele em druídico, explicando sua missão e mostrando respeito pelas tradições élficas. O treant questionou especialmente a presença de Silas devido à sua aparência demoníaca, mas Tassariel defendeu seu companheiro. Oakenheart ofereceu um teste através da seiva da verdade, uma substância mágica de gosto terrível que temporariamente impedia mentiras.

Após todos passarem no teste e jurarem não causar dano às árvores, Oakenheart permitiu sua passagem, mas avisou que ficaria de olho. O grupo passou uma noite difícil na floresta, evitando fazer fogueira para não ofender as árvores. Falael construiu ninhos suspensos nas árvores, enquanto Silas sofreu com o frio intenso do inverno.

No segundo dia, o grupo encontrou Elias, um jovem volodni (criatura-planta) perdido e chorando. Ele contou uma história trágica sobre como seus pais foram corrompidos pelo blight após tentarem curar uma árvore doente, começando a brigar violentamente até que sua mãe o mandou fugir. Elias não demonstrou nenhum preconceito contra a aparência demoníaca de Silas, imediatamente se afeiçoando ao grupo.

Decidindo levar Elias com eles, o grupo acelerou o passo para chegar às Mucklestones na mesma noite. O jovem volodni viajou alegremente nas costas de Silas, segurando seus chifres e cantarolando durante a jornada. Todos ficaram exaustos pela viagem forçada, mas conseguiram chegar ao destino quase à meia-noite.

A chegada às Mucklestones revelou uma cena terrível. O local sagrado, normalmente iluminado por uma luz mágica semelhante ao luar, estava coberto por um óleo preto viscoso. Briantar, o conhecido druida de Tassariel, estava pregado em uma das pedras com lanças em seus braços, agonizando. Ao lado dele estava uma figura sinistra em armadura completa: Galamiel, o Blightlord.

Gameliel e Briantar

Galamiel empunhava uma alabarda feita de sombra pura que parecia um buraco na realidade, e seu corpo pingava o mesmo óleo preto que cobria o chão. Criaturas sombrias começaram a emergir do óleo ao seu redor enquanto ele exigia saber onde estava a Keystone. Briantar reconheceu Tassariel e conseguiu avisar que não havia tempo, estabelecendo o cenário para um confronto épico que determinaria o destino da floresta e talvez de toda a região.

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Reporte de Sessão Resenha

A Queda de Pedra-Flagelo

Esse post é uma mistura de diário de campanha com resenha. Quando decidimos terminar nossa campanha de 5E e começar uma nova de Pathfinder segunda edição, eu decidi que não seguiria uma série de aventuras prontas, mas aproveitaria o fato de jogarmos uma vez por mês para exercitar o meu lado criativo e planejar minhas próprias aventuras, uma das coisas que mais gosto de ser o Mestre.

No entanto, eu não teria tempo de preparar algo para as nossas primeiras sessões, então fui caçar opções de coisas prontas que eu pudesse reutilizar. Material oficial eu só tinha duas opções: a primeira parte do Adventure Path Age of Ashes, e o módulo The Fall of Plaguestone, que acredito que sairá no Brasil pela New Order como A Queda de Pedra-Flagelo. Decidi então usar o módulo, nem que só as primeiras partes, enquanto eu pensava nos plots e sub-plots para os níveis mais avançados, especialmente focados nas histórias dos personagens.

Mas a história funcionou tão bem para o meu grupo, que decidimos ir até o final do módulo. Vou contar aqui minhas impressões para outros mestres que queiram usar essa história em suas aventuras de Pathfinder Segunda Edição, inicialmente sem spoilers.

A aventura começa no clássico formato de caravana, igual à clássicos como B4 – The Lost City (D&D), Caravana de Ein Arris (GURPS), Caravans (Al-Qadin), ou mais recentes como The Black Road (5E Adventurer’s League). Em geral esse formato é um pouco Rail-roady (nos trilhos), mas se a aventura não ficar presa na rota da caravana, é uma excelente maneira de começar a campanha, com os vários personagens dividindo suas histórias nos longos dias de viagem.

A aventura mistura bem os aspectos de Exploração, Roleplay e Combate no começo, embora esse último não seja o ponto forte dessa aventura: talvez por ter sido produzida junto com as regras, os desenvolvedores preferiram errar para o lado da dificuldade, e alguns dos encontros combativos da aventura são bem difícies, e podem dar trabalho para mestres iniciantes (especialmente se estiver jogando Pathfinder Segunda Edição pela primeira vez).

O meio e final da aventura involve a investigação de duas “dungeons”, e embora ambas sejam pequenas, pode ser um pouco entediante para grupos que não sejam fãs de masmorra. Eu sempre removo alguns dos encontros mais chatos (nada de 1d6 morcegos gigantes). O grupo vai terminar o módulo próximo do nível 4, prontos para aventuras mais difíceis.

Para quem vai expandir a aventura, pode ser interessante estudar e aprender sobre a região onde a aventura acontece, se quiser aproveitar o material existente de Golarion, embora seja muito fácil de ambientar essa aventura em qualquer outro lugar, já que a história se passa toda na cidade de Etran’s Folly (nome oficial de Pedra-Flagelo) e redondezas. A caravana sai de Elidir, capital de Isger, região vassala de Cheliax, no meio do continente de Avistan, e se dirige à Almas, capital de Andoran. Eu fiz esses mapas para ajudar a localizar os jogadores:

Atenção: spoilers leves daqui em diante, não leia se você quer ser surpreendido ao jogar essa aventura (includindo o mapa abaixo).

A primeira parte da aventura é um murder-mystery, uma investigação de um assassinato, e embora a solução seja meio direta sem grandes investigações necessárias, faz um bom trabalho em apresentar NPCs interessantes e pequenas histórias ou encontros paralelos para o grupo dos jogadores.

Uma das das coisas que adicionei na história foi aprofundar um pouco mais a história de Sylwith, uma potencial culpada do mistério que aflige a região, e adaptei a aventura curta A Most Potent Brew para ser o antigo laboratórito alquímico dela (comprado por um gnomo que queria limpar o porão para fazer uma cervejaria).

Também tentei conectar os personagens com os NPCs. Tamli (caravaneira meio-orc) ficou amiga da Monk do grupo, e Trin (garçonete) ficou apaixonada pelo mago. O goblin do grupo também sentiu-se compelido a ajudar Phinnick, o goblin suspeito do crime do Ato 1.

A primeira sessão terminou com o assassinato, que foi um excelente gancho, e terminei nossa quarta sessão com o enterro, que acabou dando nome para o grupo (esse já era o nome da campanha, mas sem nenhum motivo): The Order of the Last Flame.

Resumindo, estou muito feliz com a decisão de começar minha campanha com esse módulo, e acho que é uma excelente maneira de transicionar para suas próprias aventuras, ou a parte dois de Age of Ashes.

Se quiserem posso postar algumas das idéias e preparações que estou fazendo. Enquanto isso, bom jogos a todos, e rolem 20!

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Reporte de Campanha – O Legado Perdido – Sessões III, IV e V

E agora vou reportar mais três sessões da minha campanha O Legado Perdido de 13a Era que estou mestrando online e com sessões presenciais. Todas as sessões que descrevo hoje foram online.

Sessão III – O Céu Cai

Um eclipse completo do sol occore, e durante o eclipse, muitos meteoros caem do céu, precedidos pelo aparecimento do Cometa do Arqui-mago, um astro profetizado algumas eras atrás. Criaturas estranhas dos reinos distantes habitam os meteoros. Alguns humanos são controlados por eles. O grupo tenta evitá-los, mas eles tiveram que lutar.

Nekrien Silverleaf, uma necromante com dois zombis, foge das criaturas e mais tarde viaja com o grupo. O grupo pilha bandidos dominados pelas criaturas sinistras provindas dos meteoros e ganham algum dinheiro. Eles também tinham alguns itens mágicos.
Os grupos ficam perto da torre de Nekrien, perto do Eixo.

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Reporte de Campanha – O Legado Perdido – II

Continuando o meu reporte da minha campanha de 13th Age, O Legado Perdido. Na primeira sessão, o grupo viajou até o Mosteiro do Céu que Cai para encontrar uma chave para o Arquimago. Atenção: esse post tem um monte de backstory! 🙂

O grupo descobriu que a chave que eles estavam procurando é na verdade uma menina de 12 anos, Joanna. Ela é protegida por Thrug, um mago do caos meio-orc.
Sob cerco, o mosteiro está indefeso contra Trolls e Goblins cercando o local.

O líder do lugar é um gnomo estranho que se chama o Map Maker. Ele possui centenas de mapas, e ele afirmou ter mapeado o mundo inteiro. Ele finalmente completou a busca dos locais de todos os selos que escondem esse mundo dos Galchutt, os senhores dos Far Realms. Somente a Chave (Joanna) pode desbloquear os selos que vinculam todas as criaturas planas a este mundo.