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Fechamento para Balanço

Olá leitores fiéis,

Só um aviso que irei mudar de estado, e com isso o computador que roda o Rolando 20 que fica aqui embaixo da mesa vai ficar fora do ar por um tempo. Eu espero que o site fique fora do ar do dia 15-16 de Junho até por volta de 15 de Julho.

A partir dessa data, eu gostaria de voltar com o podcast. Estou desenvolvendo aqui coisas que eu gostaria de fazer, mas se você é ouvinte das antigas e tem opinião, deixe aí embaixo!

Antes da data final vou deixar um vídeo também.

Abraços e Rolem 20!

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RPG e Programação: Qual o “Código-Fonte” da sua Aventura?

Seu Mestre de RPG é um programador? E se sua aventura de Dungeons & Dragons fosse… um software? 💻🎲

Neste vídeo, fazemos uma análise “nerd” que você nunca soube que precisava: comparamos os diferentes estilos de RPG de mesa (TTRPGs) com paradigmas de linguagens de programação.

Como um Mestre de Jogo há mais de 30 anos e profissional de tecnologia, eu vejo essa conexão em todo lugar. Você joga um RPG procedural, orientado a objetos ou orientado a eventos?

Vamos quebrar o “código” da diversão e analisar três modelos principais:

1. O RPG PROCEDURAL (Como C ou BASIC)

  • Jogos OSR, Shadowdark, Mörk Borg.
  • Focados em tabelas, resultados diretos e uma lógica de “Se… Então…” (If-Then-Else). O Mestre “executa” o procedimento da dungeon.

2. O RPG ORIENTADO A OBJETOS (Como Python, Java ou C#)

  • Dungeons & Dragons 5e, Pathfinder.
  • Focados em “objetos” (Personagens, Vilões, Itens Mágicos) que possuem “propriedades” (atributos) e “métodos” (ações). A aventura é a interação entre esses objetos.

3. O RPG ORIENTADO A EVENTOS (Como UI ou Javascript)

  • Ars Magica, Vampiro: A Máscara.
  • O jogo “espera” por um gatilho. A trama não é movida pelo que o jogador faz, mas por eventos no calendário (a mudança da estação, a reunião dos anciões, etc.).

Claro, as melhores campanhas misturam tudo, assim como as linguagens modernas!

Deixe sua opinião nos comentários: Qual o seu estilo de RPG favorito? E com qual linguagem de programação você acha que ele se parece?

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Post Reporte de Sessão

Yeshelmaar e muitas escolhas

Os aventureiros Falael, Jade, Silas e Tassariel chegaram à Floresta de Lethyr em busca do poderoso druida Nenthyarc, mas encontraram-no enfraquecido pelo blight que corroía as florestas do Grande Vale. O arquidruida, preso em sua forma bestial de quimera com três cabeças – dragão, urso e lobo – comunicou-se telepaticamente com o grupo através de uma erva especial chamada grama de eco. Jade mostrou uma carta com o símbolo do medalhão de Rillifane, enquanto Tassariel revelou possuir um desses artefatos élficos antigos de Cormanthor, tornando-se possivelmente a única druida capaz de usar magia nas florestas infectadas.

O grupo entregou ao Nenthyarc a chave das Mucklestones que Elowen havia confiado a eles, uma relíquia dos antigos Imaskari que permitia acesso a uma rede de transporte mágico. O druida moribundo explicou sobre a Forja do Amanhecer em Dun-Tharos, agora dominada pelo Homem Apodrecido, e alertou sobre os perigos de Gamaliel conseguir acesso às chaves. Antes de sucumbir à fraqueza, o Nenthyarc deu conselhos proféticos para cada membro do grupo, pedindo especialmente para Tassariel ser o receptáculo da última esperança da floresta.

Durante um período de descanso em Yeshelmaar, a cidade élfica fortificada que servia como refúgio, cada aventureiro desenvolveu suas habilidades. Tassariel aprendeu novas formas animais e a invocar espíritos da natureza com os rangers locais. Silas passou tempo com o jovem órfão Elias, contando histórias de pirata e prometendo retornar quando o garoto estivesse pronto para aventuras, deixando uma de suas facas como recordação. O experiente ladrão também treinou esquiva e aprendeu técnicas de forjaria, além de conseguir invocar um espírito sombrio das trevas com a ajuda de Tassariel.

Jade foi solicitada pelo druida Tama para compor uma música para o funeral de Briantar, o druida que morreu defendendo as Mucklestones. Durante suas interações com os habitantes locais, ela mostrou seu broche dos Harpers e desenvolveu novas habilidades mágicas, incluindo a capacidade de invocar pilares de gelo e detectar mentiras através de acordes específicos em sua harpa. Falael treinou suas magias sombrias brincando com crianças locais e conheceu Duna, um mago gnomo que reconheceu suas marcas misteriosas como familiares, ensinando-lhe magia de visão à distância.

Canção para Briantar

Nas raízes antigas ecoa teu nome,
Briantar, druida, da floresta guardião.
No sopro do vento, no fogo e na chuva,
Erguem-se tua memória e tua devoção

Tu foste o braço das árvores firmes,
A semente que na terra germinou.
Contra as trevas do Blightlord caíste,
Mas tua presença na mata ficou

Pássaros cantam teu último rito,
As pedras guardam teu sussurrar.
E o rio repete, num hino infinito:
“O druida não morre, volta a brotar.”

Briantar, guardião,
Que o carvalho te cubra em oração.
Das águas do pranto nascerá
A vitória da vida sobre a escuridão.

Um conselho de guerra foi convocado em Yeshelmaar para decidir o próximo curso de ação. Urendir, o jovem senescal, propôs ir direto para Dun-Tharos para reacender a Forja do Amanhecer, enquanto Tama sugeriu buscar aliança com os anões das montanhas. Duna revelou conhecer a localização da maga Ususi Manaallin, que possuía outra chave das Keystones e passava o inverno na cidade comercial de Kront. Após debates sobre diferentes estratégias – incluindo buscar um artefato solar lendário ou fazer pactos demoníacos – o grupo decidiu ir atrás da maga para proteger a segunda chave.

Antes de partir, Silas forjou uma cópia da pedra-chave como precaução, e o grupo recebeu itens mágicos dos elfos: uma capa que mudava de cor e textura para Falael, um cantil de fogo para Silas, bússolas que sempre apontavam uma para a outra para Tassariel encontrar seu mentor, e uma partitura élfica mágica para Jade que permitia ganhar vantagem contra inimigos específicos. Elowen ofereceu guiá-los até a estrada principal e deu-lhes um broche mágico de passarinho para comunicação.

A jornada pela floresta infectada revelou o avanço crescente do blight nas plantas e criaturas. Ao chegarem à estrada principal durante uma nevasca terrível, Jade cantou novamente a música de Briantar para inspirar o grupo, mas todos sofreram com o frio intenso da noite. Em uma seção da estrada que formava um mini-canyon, eles descobriram cavalos mortos com ossos pretos emergindo de seus corpos – um sinal sinistro da corrupção que se espalhava.

Um homem barbudo e apodrecido se levantou entre os cavalos mortos, seu rosto desfigurado pela lepra do blight, empunhando um cajado mágico. Ele mencionou que Gamaliel havia previsto a chegada do grupo e ordenou que suas criaturas corrompidas – dois lobos e um urso, todos desfigurados pela doença – atacassem os aventureiros. A batalha foi intensa, com Silas se escondendo nas árvores para emboscar os inimigos, Falael usando sombras para restringir o urso, e Tassariel transformando-se em pantera após invocar uma armadura de terra elemental.

O combate foi marcado por magias poderosas e manobras desesperadas. O homem corrompido conjurou espinhos mágicos do chão e uma chuva de rajadas arcanas que feriram gravemente o grupo. Silas executou uma sequência acrobática devastadora com suas facas, conseguindo um acerto crítico nos lobos, enquanto Jade lançou um pilar de gelo mortal contra o urso. O inimigo usou teletransporte e escudos mágicos para se defender, mas eventualmente sucumbiu aos ataques coordenados dos heróis.

A vitória veio com um preço alto – quando Tassariel executou o golpe final no urso corrompido, as entranhas negras da criatura explodiram sobre ela e Falael, corroendo suas armaduras. Entre os destroços, encontraram um pedaço da capa de Falael na mão do homem morto, evidência de que seus inimigos estavam mais próximos do que imaginavam. Com a ameaça eliminada, o grupo se preparou para continuar sua jornada até Bezentil, sabendo que maiores perigos os aguardavam no caminho para Kront e o confronto final com as forças do Homem Apodrecido.

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Atualizações RPGísticas de 2025

Daniel Anand conta as suas novidades pessoais relacionadas ao RPG: as mesas que terminaram, as que começaram e as que continuam. Também fala um pouco sobre ferramentas, preparação de jogo e AI.

Links:

E rolem 20!

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Campaign Frame para Forgotten Realms em Daggerheart

Estou preparando um Campaign Frame de Daggerheart, o novo RPG da Darrington Press, baseado em Forgotten Realms, na época da 3a edição. Coloquei ele disponível aqui se alguém tiver interesse.

Se tiver algum feedback, comente abaixo!

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Atualização RPGística de Abril de 2024

Campanhas Concluídas

  • Pathfinder: Abomination Vaults – Daniel jogou como um Guerreiro Goblin chamado Tuk nesta campanha que durou do nível 1 ao nível 9. O grupo ficou um pouco cansado e pediu ao DM para acelerar as coisas para chegar à conclusão.
  • Rise of the Runelords (Pathfinder 1ª Edição para 2ª Edição) – Daniel foi o DM desta campanha para seus amigos. Eles levaram 2 anos e um pouco mais para completar a campanha do nível 1 ao nível 20. Daniel acha particularmente gratificante completar uma campanha como DM.

Campanhas Atuais

  • Outlaws of Alkenstar (Pathfinder 2ª Edição) – Daniel era um jogador nesta campanha que se concentrava na região de Alkenstar. Ele interpretou um inventor Ifrit chamado Eraj, mas saiu devido a conflitos de agenda.
  • Gatewalkers (Pathfinder 2ª Edição) – Daniel é o DM desta campanha para seus colegas de trabalho. Esta é a única campanha que ele conduz em inglês, achando mentalmente desafiador apesar de morar nos EUA há 9 anos. Eles jogam uma mistura de sessões online e presenciais.

Nova Campanha

  • Ars Magica – Daniel está animado por ser o DM de uma nova campanha de Ars Magica ambientada em Tribunal Provençal. Ars Magica é um de seus RPGs favoritos porque se concentra menos em combate e mais em interação social. Ele está gostando do processo criativo de construir a aventura e desenvolver os NPCs.

Outros

  • Daniel está impressionado com a nova remasterização do Pathfinder 2ª Edição que está sendo lançada pela New Order no Brasil.
  • Ele também se orgulha de ter participado da campanha do Kickstarter para Hopefinder, um hack do Pathfinder 2ª Edição criado por Jason Bulman, um dos designers do Pathfinder. Daniel pôde trabalhar com Bulman para personalizar o jogo para incluir seus amigos e até mesmo fazer referência à cidade onde mora, San Bruno, Califórnia.

O vídeo termina com Daniel Anand perguntando aos espectadores quais RPGs eles estão jogando e convidando-os a sugerir conteúdo para vídeos.

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Sem podcast essa sexta

Olá ouvintes!

Queria só deixar uma mensagem aqui pra avisar que não teremos episódio essa semana. Devemos voltar normalmente semana que vem e provavelmente eu devo pular a última sexta feira do mês pra dar espaço pra gente.

Desejos de muitos jogos pra vocês no final de semana!