Estamos aqui para a vigésima quarta edição da Iniciativa 4e, e essa semana completaremos os 100% do Dungeons & Dragons. Se semana passada tratamos sobre as Masmorras, essa semana trazemos aos leitores os Dragões! E porque os Dragões são tão fundamentais ao D&D?
Dragões estão presentes na mitologia medieval fantástica desde sempre, e é o inimigo clássico para o final de uma boa aventura de D&D. (Vejam o podcast de Dragões para saber mais). O grande lagartão cuspidor de fogo é o pesadelo de qualquer personagem de RPG. Mas hoje, pelo menos, serão o sonho: e se os dragões fossem as montarias dos personagens?
A quarta edição do D&D trouxe regras para montaria bem enxutas e simples, e embora os personagens irão começar sua carreira montando no máximo cavalos de guerra, eventualmente podem montar mantícoras, unicórnios, Wyverns e mesmo Pesadelos. Mas e nos níveis épicos? Será que não seria a hora de voar pelos reinos em cima de um majestoso dragão?


Continuando a série Versus PCs aqui no Rolando 20. A idéia é tranformar os personagens das minhas várias campanhas em oponentes que vocês possam usar nas campanhas de vocês, devidamente adaptados para serem usados como antagonistas. No passado já falamos da barda 
Para quem já se formou faz algum tempo (mesmo da faculdade), para mim toda escola é escola velha. Mas de uns tempos para cá, os velhinhos como eu começaram uma onda nostálgica, que não parou mais. Desde então reimprime-se caixas e caixas de banco imobiliário, se produz jogos de 8-bits como Mega Man 10 em pleno ano que faremos contato, e começaram a sair inúmeros retro-clones de RPG das antigas.
E os Escamas Negras começam a se envolver numa trama milenar para o retorno dos Primordiais na Vingança dos Gigantes. Não mais sob a bandeira de Cormyr, os aventureiros mercenários descobrem que algo muito mais complexo se desenrola nos reinos.